|  | | ... | | | | ...... |  | |  | | Histórico Vivemos, hoje, um novo momento da epidemia de aids no Brasil. Os avanços tecnológicos da medicina em pesquisas e a elaboração de novas drogas para o coquetel anti-retroviral proporcionou uma melhora significativa da qualidade de vida dos portadores do HIV/aids e avanços na cura de outras doenças sexualmente transmissíveis.
Além desses avanços na medicina, o acesso universal e gratuito aos anti-retrovirais, desde 1996, pelos pacientes HIV+ é uma das políticas de tratamento da Coordenação de DST e Aids que promove mudanças significativas no quadro da aids no País.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, ocorrem no Brasil cerca de 10 milhões de DST ao ano. Dentre os principais agravos, destacam-se a infecção pelo HIV, que é o vírus causador da aids, doença que não tem cura, e a sífilis, doença que se não tratada no início pode se agravar e ser transmitida da mãe para o bebê.
Dessa forma, a Coordenação Nacional de DST e Aids vem desenvolvendo políticas de tratamento que visam diminuir esses agravos e melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes nos serviços de saúde pública.
Pode-se destacar a promoção do acesso ao tratamento gratuito de todas as pessoas que comprovadamente são acometidas por alguma DST, inclusive, pelo HIV/aids e a sífilis e contribuir para que o paciente portador do HIV em uso de terapia ARV melhore sua adesão ao tratamento a partir de acompanhamento médico periódico. | |  | |  |
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