Pular para o conteúdo
Acessibilidade

Aqui tem Floresta. Foto da Mata Atlântica e da Represa Billings, cortadas por várias pistas de rodovia. Foto: Omar Matsumoto, SECOM, PMSBC, 2018

 

 

São Bernardo do Campo faz parte do Bioma da Mata Atlântica, e talvez isso possa soar um tanto estranho para alguns de nós, não é mesmo? Então, vamos explorar e entender um pouquinho mais essa questão?

O Domínio ou Bioma Mata Atlântica é um complexo mosaico de formações florestais e outros ecossistemas associados (restingas, manguezais, etc.) que ocorria naturalmente em cerca de 15% do território nacional, cobrindo total ou parcialmente 17 estados brasileiros, do Rio Grande do Norte a Santa Catarina. Isso, claro, originalmente; antes da sua exploração e devastação. Atualmente, restam apenas 12,4% da área de Mata Atlântica original no Brasil. Ou seja, devastamos mais de 85% da mata original. Hoje em dia, cerca de 72% de toda a população brasileira vive nessa região.[1]

 

 

O que é ECOSSISTEMA?

Ecossistema é um sistema formado pelos seres vivos e o lugar onde eles vivem, em equilíbrio.

 

 

BIODIVERSIDADE

 

Biodiversidade é um conceito que se refere à quantidade de seres vivos de todas as origens, considerando as espécies animais e vegetais conhecidas de uma determinada área. Reúne as palavras diversidade e biológica numa única palavra e considera os ecossistemas terrestres e aquáticos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Vale destacar

 

A cobertura vegetal desempenha um papel importante no abrigo da biodiversidade de fauna e flora, na manutenção do microclima, na proteção dos recursos hídricos e da qualidade do ar. Além disso, ela é essencial para manter a estabilidade das encostas e das margens dos rios.

 

 

 

 

 

 

Nossa Mata Atlântica Brasileira é a segunda floresta tropical mais importante da América do Sul, tanto em área quanto em biodiversidade, ficando atrás apenas da Floresta Amazônica. As características climáticas, associadas às características de relevo, são responsáveis por criar as condições necessárias para toda essa diversidade biológica. A floresta está entre as mais ameaçadas com perdas de biodiversidade do mundo, possui um grande número de espécies que só ocorrem ali (endêmicas).

Em São Bernardo do Campo encontramos a Floresta Ombrófila Densa, um ecossistema que faz parte do Bioma da Mata Atlântica. Esta floresta possui vegetação composta essencialmente por árvores e é característica de regiões tropicais de temperatura elevada e altos índices de chuvas sem períodos secos (temperatura média de 25°C e 0 a 60 dias secos por ano) (SMA/IF, 2005). A quantidade de chuvas e a umidade que temos por aqui são fundamentais para manter toda essa floresta em pé! Ao mesmo tempo, a existência dessa vegetação também é essencial para manter a umidade e as temperaturas mais amenas na região. Nossa Floresta é classificada como secundária. Isso significa que a mata nativa do município já foi toda devastada em algum momento da nossa história e uma nova mata nativa surgiu no local, com características similares à mata original. É bastante complexa e rica em biodiversidade, apresentando variações relacionadas à altitude, ou seja, dependendo o relevo em que ocorre, nossa floresta pode apresentar pequenas variações. Por isso, de acordo com o Inventário Florestal do Estado, a Mata Atlântica se divide em duas categorias por aqui de acordo com a altitude, sendo a segunda categoria a mais extensa:

 

  • Floresta ou Vegetação Secundária de Floresta Ombrófila Densa Submontana: 40 a 500 metros.
  • Floresta ou Vegetação Secundária de Floresta Ombrófila Densa Montana: 500 a 1500 metros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos: Vista da Mata Atlântica e Serra do Mar

 

Fotos: Luciana Dias do Nascimento, 2014; Seção de Fiscalização Ambiental, SMA-PMSBC, 2017

 

 

Naturalmente, a Floresta Montana predomina em São Bernardo porque estamos no Planalto Paulista, uma região do relevo paulista onde ocorrem morros, morrotes e serras, além de colinas e planícies. O município é bastante extenso, faz fronteira com cidades do litoral e apresenta altitudes que variam entre 986,50m (Pico do Bonilha) e 60m (encontro do Rio Passareúva e do Rio dos Pilões no ponto mais baixo do território, aos pés da Serra do Mar). Entre a borda do Planalto Paulista e os pés da serra, encontramos as Escarpas, que fazem parte do que chamamos de Serrania Costeira. Nestes locais, até a altitude de 500m, ocorre a Floresta Submontana, ao sul de São Bernardo.

Pra entender mais sobre essas características do relevo, basta estudar um pouquinho o Mapa Geomorfológico elaborado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Se quiser mais informações sobre a Geomorfologia de São Bernardo, você pode clicar aqui

 

Mapa Geomorfológico de São Bernardo do Campo

Fonte: Instituto de Pesquisas Tecnológicas (1999), Secretaria de Gestão Ambiental (SGA-2013)

 

 

Pico do Bonilha. Fotos: PMSBC, SMA, 2017

Como citamos, as escarpas ficam no sul do município, no limite do rebordo do Planalto, onde começa a descida da Serra, em pequeno trecho que conecta o planalto com a porção mais baixa do território sãobernardense. Essa região apresenta declividades altíssimas, sujeitas a escorregamentos e processos erosivos severos. Acidentes com rolamento e arrastamento de blocos de rocha também podem ocorrer devido às características das rochas e solos do local. Basta descermos a Serra em direção ao litoral que podemos notar tudo isso.

 

Foto de Vale da Serra do Mar com vista para Cubatão. Foto: Oscar Jupiracy, PMSBC.

 

Devido a essas características, associadas às intensas chuvas que ocorrem na Serra do Mar, essa região apresenta elevada fragilidade ambiental e é protegida pelo Parque Estadual da Serra do Mar (PESM). Na Serrania Costeira, a vegetação tem um papel essencial na manutenção e equilibrio das encostas, do clima e da biodiversidade.

 

 

Parque Estadual da Serra do Mar (PESM)

 

O PESM é a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do país, compreendendo 25 municípios diferentes, entre o Rio de Janeiro e o sul do Estado de São Paulo. Foi criado em 1977 e protege 332 mil hectares divididos em 11 núcleos de gestão. Em São Bernardo, fica localizado o Núcleo Caminhos do Mar.

 

 

Somando ambas as áreas de floresta, ou seja, considerando toda a Mata Atlântica (Florestas Ombrófilas Densas Montana e SubMontana), o município possui 43% de seu território coberto por matas nativas que estão distribuídas em unidades de conservação e em áreas menores que chamamos de fragmentos de vegetação.[1]. Esses fragmentos são fundamentais na conservação da biodiversidade na região e ocupam área expressiva que, integrada ao PESM, compõe parte da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo (RBCV) e da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA).

Além da enorme área de mata do município, áreas de reflorestamento, áreas urbanas arborizadas e vegetação de várzea também fazem parte do quadro da cobertura vegetal em São Bernardo do Campo; e ainda podemos considerar as chácaras e hortifrugranjeiros, que são parte integrante da Reserva da Biofera. Veja nos mapas interativos a seguir, como se distribui toda essa cobertura vegetal. Ligue e desligue as camadas da RBCV e da RBMA para ter uma melhor visualização e navegue no mapa para compreender melhor a distribuição das reservas como um todo! 

 

 

 

 

A Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo (RBCV) é parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, foi criada em 1994 e abrange 73 municípios, num total de 1.611.710ha protegidos. É uma figura criada pela UNESCO para delimitar e proteger áreas naturais em todo o mundo, que possuam relevante valor ambiental para a humanidade. (IF, 2013)

 

 

 

 

 

São funções básicas de uma reserva da biofera:

  • Conservação da Biodiversidade do Ecossistema.

  • Promoção do desenvolvimento sustentável em suas áreas de abrangência.

  • Pesquisa científica, educação e monitoramento permanente.

São três áreas protegidas por lei que fazem parte deste Cinturão da Mata Atlântica e Reserva da Biosfera do Cinturão Verde em São Bernardo do Campo (RBCV):

  1. PESM (Decreto 10.251, de 30/08/77, 13.313, 06/03/79),

  2. Parque Estadual Águas da Billings (Decreto nº 63.324, de 29 de março de 2018) e,

  3. Área Tombada da Serra do Mar (Resolução 40, de 06/06/85).

Estas áreas estão classificadas no zoneamento da RBCV como zona núcleo e zona de amortecimento e conectividade, como podemos ver no mapa interativo a seguir. Em 2013, o Parque Natural Municipal Virgílio Simonato (Estoril), foi incluído no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) - Lei Federal 9.985, de 18 de julho de 2000, também compondo a Reserva da Biosfera. Os 3 parques são Unidades de Conservação de Proteção Integral.

 

PNM Estoril

PE Águas da Billings

 

PESM

 Fonte: EMPLASA Folhas do Sistema Cartográfico Metropolitano (década de 1980), Secretaria de Gestão Ambiental de São Bernardo do Campo (2013), Secretaria Estadual de Meio Ambiente (2009), Imagem de Satélite World View 2 (2011)

 

 Fonte: EMPLASA Folhas do Sistema Cartográfico Metropolitano (década de 1980), Secretaria de Gestão Ambiental de São Bernardo do Campo (2013), Secretaria Estadual de Meio Ambiente (2009), Imagem de Satélite World View 2 (2011)

 

 

Assim, apesar de São Bernardo do Campo ser um município de uso e ocupação da terra aparentemente urbano, mais de 80% de todo o território municipal está sob proteção da legislação ambiental; com extensas áreas protegidas que eventualmente se sobrepõem umas às outras. Veja no quadro a seguir, um panorama sobre essas áreas e no mapa, observe como elas se sobrepõe e onde estão localizadas:

 

Parque Estadual da Serra do Mar

Decreto Estadual 10.251 de 30/08/77 e Decreto Estadual 13.313 de 06/03/79

Parque Estadual Águas da Billings

Decreto Estadual nº 63.324 de 29 de março de 2018

Parque Natural Municipal Virgilio Simonato (Estoril)

Decreto Municipal 18684/13

Reserva Indígena Tenondé-Porã

Em processo de conclusão de demarcação

Lei Específica da Área de Proteção e Recuperação de Manancial da Billings – APRM-B

Lei Estadual 13579/09

Área Tombada da Serra do Mar 

Resolução Estadual 40/1985

Áreas de Preservação Permanente (APP) de Nascentes e Córregos

Lei Federal 12651/2012

Áreas de Declividade Acima de 30%

Lei Federal Lehman, 6766/79

Áreas Tombadas e em Processo de Tombamento pelo COMPAHC

(COMPAHC - Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural de São Bernardo do Campo), diversas áreas tombadas como patrimônio arquitetônico, cultural ou de beleza cênica, incluindo aí, o Pico do Bonilha

 

Quadro de áreas legalmente protegidas em São Bernardo do Campo

 

O Parque Natural Municipal (PNM) Estoril Virgilio Simionato, é a primeira Unidade de Conservação Municipal. Os parques naturais municipais representam áreas de destaque sob os aspectos ambientais em que o objetivo básico é a “preservação dos ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica”. Oferecem áreas ricas em biodiversidade para a realização de pesquisas científicas e para a oferta de atividades de educação ambiental, de recreação e de contato com a natureza, além de serem espaços muito atrativos para realização de atividades de turismo ecológico. Nestas áreas, é obrigatório o controle direto da visitação pública, que deve se submeter a normas e restrições previstas no Plano de Manejo do Parque.

O Parque Estoril não foi criado como uma UC. Na verdade, ele foi convertido por decreto para ser uma Unidade de Conservação justamente por apresentar as características de um Parque Natural Municipal (PNM). 

Fotos: SMA, PMSBC, 2017

O espaço também conta com um zoológico, inaugurado em 1985 e nos últimos anos passou a oferecer abrigo a animais selvagens acidentados ou encontrados em situação de risco, recolhidos em ações de fiscalização ambiental. Quando possível, os animais são recuperados e reinseridos em seu ambiente de origem, seu hábitat. Ou seja, atualmente parte do espaço do zoo também funciona como um Centro de Recepção e Recuperação de Animais da Fauna Nativa. Lá é possível encontrar dezenas de espécies diferentes, originárias da Mata Atlântica ou de outros biomas, como a jaguatirica, a arara azul e o tamanduá-mirim. 

E falando nisso, essa é apenas uma pequena representação da enorme biodiversidade de fauna que encontramos na Mata Atlântica. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o bioma abriga aproximadamente 850 espécies de aves, 370 de anfíbios, 200 de répteis, 270 de mamíferos e 350 de peixes. [2]

Diante de tanta informação, vamos dar uma olhada em como estão os índices de remanescentes de Mata Atlântica na região do ABCD? Veja só essa tabela:

 

Fonte: PMSBC, 2020

Segundo os dados do Atlas que podemos conferir na tabela, praticamente a metade do território do município de São Bernardo do Campo (43%) encontra-se recoberta por vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica como já citamos. E o município lidera o quadro de porcentagem de área remanescente de Mata Atlântica no ABCD. Contudo, estudos mais detalhados, realizados pela Prefeitura no ano de 2011, evidenciaram que a cobertura vegetal nativa ocupava cerca de 55% do território municipal. Neste caso, considerando como cobertura vegetal nativa as categorias de vegetação: mata, capoeira e vegetação de várzea.  

As classes consideradas no mapeamento da Prefeitura foram:

 

 

Fotos: Ricardo Cassin, Omar Matsumoto e Nilson Sandré (SECOM), Luciana Nascimento (SMA), 2014 a 2018

 

Mata

 

 

  • Mata – “Vegetação constituída por árvores de porte superior a 5m, cujas copas se toquem (no tipo mais denso) ou propiciem uma cobertura de pelo menos 40% (nos tipos mais abertos). No caso de formações secundárias, não completamente evoluídas, o porte das árvores pode ser inferior a 5m, tendo estes elementos, porém, apenas um tronco (árvores e não arbustos)” (EMPLASA, 2006, p.4);

Capoeira

 

 

  • Capoeira – “Vegetação secundária que sucede à derrubada das florestas, constituída sobretudo por indivíduos lenhosos de segundo crescimento e por espécies espontâneas que invadem as áreas devastadas, apresentando porte arbustivo a arbóreo, porém com árvores finas e compactadamente dispostas” (EMPLASA, 2006, p.4);

Vegetação de Várzea

 

 

  • Vegetação de Várzea – “Vegetação de composição variável que sofre influência dos rios e córregos, estando sujeitas a inundações nos períodos de chuvas intensas. As áreas de matas e capoeiras presentes nos terrenos sujeitos a inundação não devem ser incluídas nesta classe” (EMPLASA, 2006, p.4).

 

A partir da classificação realizada pela Prefeitura, foi possível obter informações a respeito da cobertura vegetal nativa por bairro, gerando um gráfico bem interessante. Observando o mapa da cobertura vegetal que vimos no início da página e analisando o gráfico ao lado, com as taxas de cobertura vegetal por bairro, podemos notar que ainda temos extensas áreas vegetadas por aqui! Sobretudo em bairros como Alto da Serra, Curucutu, Capivari, Zanzalá e outros! Veja só:

 

Elaboração: (Secretaria de Gestão Ambiental, SGA, 2011)

Observando o mapa da cobertura vegetal que vimos no início da página e analisando o gráfico ao lado, com as taxas de cobertura vegetal por bairro, podemos notar que ainda temos extensas áreas vegetadas por aqui! Sobretudo em bairros como Alto da Serra, Curucutu, Capivari, Zanzalá e outros!

 

São Bernardo possui um enorme potencial! Muitas pessoas buscam atividades como pesca, trilhas, corridas de aventura, cicloturismo e tudo que se relaciona a atividades em meio à Natureza.  Por conta disso, foram criadas duas rotas de ecoturismo na cidade, Caminho do Sal e Caminhos do Capivary, e além dessas duas, existe uma terceira, a Rota Márcia Prado, que conecta a cidade de São Paulo ao litoral, passando por São Bernardo do Campo. Você pode saber mais sobre essas rotas clicando aqui e navegando no menu lateral - Ecoturismo.

 

 

ECOTURISMO

 

Um dos principais objetivos do Ecoturismo ou Turismo Ecológico é promover a Conservação dos Recursos Naturais, incentivando o desenvolvimento sustentável, o cuidado com o patrimônio natural e cultural, gerando uma consciência ambientalista, mais qualidade de vida para as comunidades locais e seus visitantes.

 

 

 

Fotos: Luciana Dias do Nascimento e Suzana de Assis, PMSBC, SMA, 2017

 

Apesar da existência de diversos instrumentos legais de proteção ambiental em São Bernardo e da enorme vocação para a economia sustentável no municipio, a pressão exercida sobre as áreas protegidas com cobertura vegetal é grande. A taxa de redução da cobertura vegetal cresceu no período 2002/2011 em comparação ao período 1993/2002: 0,027% (1993-2002); 0,093% (2002-2011), retratando a pressão que a cobertura vegetal vem sofrendo em consequência da instalação de outros usos, seja por expansão da ocupação urbana, empreendimentos de grande porte ou outras questões. Estes dados ainda não foram renovados, e consideram também a vegetação urbana da cidade. Neste âmbito é importante dar destaque para as ações de Fiscalização Ambiental que são exercidas pela Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal em conjunto com a Guarda Ambiental do Município e a Polícia Militar Ambiental.

Taxa de Redução da Cobertura Vegetal

Elaboração: (Secretaria de Gestão Ambiental, SGA, 2011)

Fonte: SMA, PMSBC, 2020

Por isso, o desenvolvimento e incentivo a atividades sustentáveis, que podem ocorrer proporcionando e promovendo a proteção ambiental, como o ecoturismo, são essenciais, já que são práticas compatíveis com a Preservação e a Conservação Ambientais.

Além das áreas protegidas, a arborização urbana também desempenha papel importante para a população em seus efeitos estéticos, de redução de ruídos, regulação da temperatura, redução do impacto da água das chuvas, melhoria da qualidade do ar, abrigo de fauna, abrigo contra o vento, entre outros. Muitas daquelas funções das quais já falamos lá no comecinho. Ou seja, a cobertura vegetal presta diversos serviços ecossistêmicos e é essencial para a vida animal na Terra e sobretudo, para uma boa qualidade de vida.

 

REFERÊNCIAS

CONSELHO NACIONAL DA RESERVA DA BIOSFERA DA MATA ATLÂNTICA (RBMA). Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Disponível em: http://www.rbma.org.br/rbma/index_rbma.asp . Acessado em 24/03/2020

INPE, FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA (coord.). Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Período 2005-2008. Coordenação: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Fundação SOS Mata Atlântica. 2009. http://mapas.sosma.org.br/site_media/download/atlas%20mata%20atlantica-relatorio2005-2008.pdf (acessado em 24/03/2020).

INPE, FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA (coord.). Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Período 2008-2010. Coordenação: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Fundação SOS Mata Atlântica. 2011. http://www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/atlasrelatoriofinal.pdf (acessado em 07/04/2015).

INPE, FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA (coord.). Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Período 2011-2012. Coordenação: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Fundação SOS Mata Atlântica. 2013. http://mapas.sosma.org.br/site_media/download/atlas_2011-2012_relatorio_tecnico_2013final.pdf (acessado em 07/04/2015).

INPE, FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA (coord.). Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Período 2012-2013. 2014. Coordenação: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Fundação SOS Mata Atlântica. Disponível em http://mapas.sosma.org.br/ (acessado em 07/04/2015)

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS (1). Relatório n. 40927/99. Subsídios do meio físico – relatório final. Volume 1. São Paulo, IPT, 1999.

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS (2). Relatório n. 40927/99. Subsídios do meio físico – relatóriofinal. Volume 2. São Paulo, IPT, 1999

INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS; PREFEITURA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO. Qualidade Ambiental do Município de São Bernardo do Campo 2012: Relatório de Indicadores Ambientais. 2013. Disponível em https://www.saobernardo.sp.gov.br/documents/895750/896334/relatorio_ipt_indicadores_v16.pdf/1f22fac6-592c-5118-911f-7b369627a6de. Acessado em 24/03/2020.

INSTITUTO FLORESTAL (IF). Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo. Disponível em: http://www.iflorestal.sp.gov.br/rbcv/index.asp. Acesso em 23/10/2013 INSTITUTO FLORESTAL /SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE. Inventário florestal da vegetação natural do Estado de São Paulo. São Paulo: Secretaria do Meio Ambiente / Instituto Florestal. Imprensa Oficial, 2005. 200p.: il., color

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO. Secretaria de Obras e Planejamento Estratégico, Departamento de Planejamento Estratégico, Divisão de Indicadores Sociais. Painel Estatístico de São Bernardo do Campo 2020 - Ano base 2019. PMSBC, agosto de 2020. Disponível em https://www.saobernardo.sp.gov.br/web/sbc/painel-estatistico (acessado em outubro de 2020)

SMA/IF - SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE / INSTITUTO FLORESTAL. Inventário Florestal da Vegetação Natural do Estado de São Paulo. Imprensa Oficial, São Paulo. 2005.

SÃO PAULO (ESTADO). Lei nº 13.579, de 13 de julho de 2009. Define a Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais da Bacia Hidrográfica do Reservatório Billings - APRM-B, e dá outras providências correlatas. 2009.

SÃO PAULO (ESTADO). Decreto nº 10.251, de 30 de agosto de 1977. Cria o Parque Estadual da Serra do Mar e dá providências correlatas. 1977.

 

NOTAS

[1] CONFORME https://www.sosma.org.br/causas/mata-atlantica/ (acessado em outubro de 2020)

[2] https://antigo.mma.gov.br/biomas/mata-atl%C3%A2ntica_emdesenvolvimento.html (acessado em outubro de 2020)

 

Atualizado em dezembro/2020

 

Para navegar nos temas do atlas, clique nos itens Para navegar nos temas do atlas, clique nos itens